Copa do Mundo: FBI apreende mais de 500 drones nos EUA


Monitoramos essa ameaça há muito tempo e fizemos avanços importantes para a Copa. Nosso objetivo é evitar que drones coloquem pessoas em risco ou interfiram no tráfego aéreo, afirmou Olson, que prosseguiu:

O FBI criou uma escola especializada para treinar policiais estaduais e locais em técnicas de combate a drones. Esses agentes trabalham lado a lado conosco em todas as sedes da Copa, utilizando diferentes equipamentos para impedir atividades ilegais com drones.

Decretos do presidente dos EUA, Donald Trump, no ano passado, garantiram que o DHS (Departamento de Segurança Interna, na sigla em inglês) destinasse US$ 250 milhões (quase R$ 1,3 bilhão) às cidades-sedes para custear tecnologia antidrones e ampliaram os poderes de autoridades locais para atuar contra drones.

Ao UOL, Olson afirmou que nenhum desses incidentes com drone até agora provocou vítimas, mas que são sempre “perigosos”, mesmo quando não há intenção criminosa. “Mesmo com as restrições em vigor, há aeronaves autorizadas voando naquela área. Isso torna a situação muito perigosa, pois a presença de objetos voando por ali pode causar uma colisão em pleno ar ou algo do gênero”, explica Olson.

Segundo ele, boa parte dos casos se explicam por “acidente, ou porque a pessoa acha que a regra não se aplica a ela, ou uma combinação disso tudo”. Segundo o agente do FBI, alguns dos casos foram provocados por corretores imobiliários que tentavam fotografar imóveis para venda nas regiões restritas a voo por serem próximas a estádios ou a fan fests.

De acordo com Giuliani, a quantidade de forças mobilizadas para conter ataques de artefatos aéreos é diferente de tudo o que os EUA já viram antes.





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