Os Estados Unidos seguem em alta na Copa do Mundo. Ontem, os americanos contaram com o apoio de mais de 68 mil torcedores para colocar a Bósnia dentro de um caldeirão e vencer os europeus por 2 a 0. Os gols de Balogun, que acabou expulso pelo árbitro Raphael Claus no segundo tempo, e Malik Tillman colocaram os EUA nas oitavas de final pela terceira vez nas últimas quatro edições do torneio — a exceção foi 2018, quando sequer se classificaram.
Em meio à comemoração efusiva pelo avanço à próxima fase do Mundial, quando enfrentarão a Bélgica, fica também a preocupação dos americanos por perderem seu principal jogador para a partida. Com três gols em três jogos na competição, Balogun é quem dá as rédeas do ataque americano.
Celebrado por Lebron James
Antes de abrir o placar ontem, contra a Bósnia, o atacante já havia balançado as redes mais uma vez, mas o lance foi anulado por impedimento. Depois que marcou para valer, comemorou à lá Lebron James e foi celebrado pelo astro do basquete. Uma demonstração do status ganho pelo jogador do Monaco que passará a ser comandado por Filipe Luís, ex-Flamengo.
— Vamos! O silenciador (nome da comemoração) pousou na Copa do Mundo! Belo gol, jovem príncipe! Vai, Estados Unidos — escreveu Lebron James, conhecido como “Rei” nos EUA.
Sem Balogun, as esperanças americanas ficam depositadas em Tillman e McKennie, dupla de meias que tem se destacado na Copa do Mundo. Modernos, os dois fazem o papel de meio-campistas “box to box”, ou seja, que aparecem em ambas as áreas do campo.
Eliminada, a Bósnia, por sua vez, foi até onde o nível técnico da equipe permitia. Depois de fazer história ao eliminar a tricampeã Itália na repescagem europeia, os bósnios não conseguiram demonstrar o mesmo carisma de quando encantaram o público brasileiro na Copa do Mundo de 2014.











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