Entre elas, algumas surpresas: o Japão aparece com apenas sete representantes, a Noruega com sete e a Croácia com oito, números modestos para países com maior tradição no futebol. No extremo oposto, ligas de Cazaquistão, Haiti, China, Colômbia e Uruguai, entre outras, contribuem com um único jogador cada, retrato fiel de como a Copa de 2026, apesar de reunir 48 seleções, ainda reflete uma concentração de talento em poucos campeonatos.











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