O canto do cisne de Neymar, de 34 anos, colocará de fato a Seleção nas mãos de Vinicius. Será ele o jogador de referência, o centro de gravidade permanente do Brasil, razão pela qual – caso isso venha a acontecer novamente – ele não poderá se eximir da responsabilidade e assumir a cobrança de um pênalti potencialmente decisivo, como não aconteceu contra a Noruega.
O astro do Real Madrid terá que assumir o protagonismo também com a seleção, saindo da sombra de O’Ney e se tornando ele próprio um símbolo de seu país. Ao seu lado estarão Raphinha (cuja lesão foi decisiva para o destino da equipe de Ancelotti), Martinelli e Cunha. No futuro, porém, serão cada vez mais decisivos os jogadores de 19 anos: Rayan, que teve uma boa participação na Copa do Mundo, e Endrick, decisivo sim, mas de forma negativa pela eliminação de sua seleção.
Atrás deles, espera-se a explosão definitiva de Estevão, prejudicado por problemas físicos, mas que no Chelsea mostrou lampejos de classe nos quais se pode confiar com convicção, e a consagração de Rodrygo, que precisará buscar minutos de jogo, talvez longe de Madri, para se tornar o campeão que mostrou ser apenas em alguns momentos. É impossível não voltar a contar com João Pedro, o grande excluído por Ancelotti e titular indiscutível no Chelsea.
Por fim, surgem da retaguarda vários jovens talentos que, no entanto, não parecem estar prestes a conquistar a seleção brasileira: do ex-jogador da Juventus Kaio Jorge a Antony, relançadopelo Betis, de William Gomes, do Porto, ao ex-jogador do Barcelona Vitor Roque, até Savinho, descartado por Guardiola no City, e ao napolitano Alisson Santos.











Leave a Reply