Ele já havia comandado uma virada dramática em Atlanta, quando a Argentina derrotou o Egito por 3 a 2 nas oitavas de final, e voltou a ser decisivo desta vez, justamente quando a Inglaterra começava a recuar para defender a vantagem no placar.
“Mais uma vez, conseguimos o resultado quando a situação parecia difícil. Nunca deixamos de acreditar”, disse Messi, que ampliou seu recorde de participações em Copas do Mundo para 33 jogos, distribuídos por seis edições do torneio.
Sua influência foi limitada durante longos períodos da partida, mas isso tem sido uma constante nesta fase de sua carreira: mesmo se aproximando dos 40 anos, ele continua encontrando o momento exato para mudar o rumo de um jogo.
“Senti que controlamos bem a partida durante boa parte do tempo. Mas, como sempre acontece com os jogadores mais perigosos do mundo, quando eles têm a bola no terço final do campo, conseguem criar algo”, reconheceu o capitão da Inglaterra, Harry Kane.
“Ele fez de novo hoje. Ele é, claramente, um dos maiores jogadores da história, e não é por acaso”.
– Debate sobre o melhor da história esquenta –
Talvez o debate sobre quem é o maior jogador de futebol de todos os tempos fique ainda mais acirrado se Messi levar a Argentina a mais um título no domingo, contra a Espanha.











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