Cerca de mês e meio após a abertura da janela, os clubes da Premier já dominam. Depois de escapar à despromoção, o Tottenham não perdeu tempo em reforçar o plantel e é o único emblema a ultrapassar os 200 milhões em compras – um registo com contributo português.
O mercado de transferências ainda está longe de encerrar, mas já é notória a tendência dos últimos anos, com os clubes ingleses a dominarem o ranking de quem mais gastou. Nos dez primeiros lugares, sete estão ocupados por emblemas da Premier League.
Até ao momento é o Tottenham que mais dinheiro investiu, com 267 milhões de euros gastos no reforço do plantel. A equipa londrina chega a este verão depois de uma época muito complicada, na qual lutou pela permanência até à última jornada com o West Ham (de Nuno Espírito Santo), que acabou por cair no segundo escalão.
Para tentarem evitar um novo susto, os spurs abriram os cordões à bolsa e garantiram reforços como Sandro Tonali (108 milhões), o português Mateus Fernandes (99 milhões) e Van Hecke (60 milhões), para além de outros nomes que chegaram a custo zero, como o central Senesi. Manchester City, Brighton, Chelsea, Liverpool, Manchester United e Newcastle são os outros ingleses presentes no top-10.
O momento atual do mercado vai ao encontro do histórico recente, com predominância clara dos clubes ingleses entre os que mais gastam. No verão passado, por exemplo, o Liverpool bateu recordes com um investimento de 481,35 M€ e foi o líder de um ranking em que, dos dez primeiros, apenas um clube não era da Premier League.
Desta feita, o primeiro intruso no domínio inglês é o Milan, de Rúben Amorim, que já gastou 105,35 M€. A equipa do português bateu o recorde do clube ao contratar Gonçalo Ramos por 74 M€ e apostou também em Mario Gila, por 30 M€, mas mais nomes devem surgir nas próximas semanas. O orçamento poderá ainda aumentar caso se confirme a transferência de Rafael Leão.
Além dos milaneses, também Bayern e Fenerbahçe estão na tabela, embora sejam esperadas várias mudanças até ao fecho do defeso. Nesta fase, muitos clubes aguardam o fim do Mundial para dar continuidade a processos em curso, pelo que o número de movimentações deve aumentar (e muito) nas próximas semanas.











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