“Se houver uma oferta, vamos ouvir. Se nos agradar, aceitamos, mas não temos medo de recusar. No verão passado, recusamos uma oferta de 60 milhões por Assane Diao; não posso revelar de quem. E, no inverno, também recusamos outra de 40 por Jayden Addai”. Mirwan Suwarso, presidente do Como, tem as ideias bem claras sobre como o projeto do clube lombardo, recém-saído de sua primeira classificação histórica para a Liga dos Campeões, deve se desenvolver.
Investimentos para continuar crescendo, sim, em paralelo com o aumento das receitas decorrentes da participação nas competições europeias de destaque e com a reforma do estádio “Sinigaglia”, para que se torne mais funcional e gere novas fontes de receita. Mas, ao mesmo tempo, não se pode ignorar um aspecto sempre fundamental como a negociação de jogadores, quase necessária para sermos competitivos e sustentáveis em um ecossistema específico como o italiano.











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