Prestes a estrear no Campeonato Brasileiro — a partida inaugural será já neste sábado, com os jogos das 18h30 —, o impedimento semiautomático ainda é motivo de dúvidas de torcedores no Brasil. Por isso, o GLOBO preparou um “perguntas e respostas” para solucionar alguns questionamentos em relação à ferramenta. Afinal, este será um processo de adaptação de todos os envolvidos: árbitros, clubes, transmissão e público em geral.
Como funciona o sistema do impedimento semiautomático?
O impedimento semiautomático funciona com um software que rastreia os jogadores em campo e a bola em tempo real. Entre 28 e 32 câmeras de celulares de última geração foram espalhadas nos estádios contemplados para que isso possa ser feito. São captados 100 quadros por segundo para que a tecnologia analise o movimento da bola e faça o mapeamento dos atletas.
Por que ele é apenas semiautomático?
Ainda que seja todo trabalhado de forma digital, o impedimento semiautomático é visto como uma ferramenta de apoio para automatizar etapas entendidas como essenciais no processo de revisão de impedimentos realizado pelo VAR. A tecnologia vai, de forma automática, identificar os jogadores de ataque e de defesa mais próximos, recomendar o ponto do último contato com a bola e traçar as linhas de impedimento para que seja gerada uma animação de visualização da decisão. O nome é “semiautomático” porque, após o trabalho da tecnologia, tudo será validado pela equipe presente no VAR. Ou seja, a decisão final será sempre humana.











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