A Copa do Mundo de 2026 foi a maior edição da história, com a participação inédita de 48 seleções. E o impacto do Mundial vai muito além dos gramados.
O Celebration Report, levantamento inédito realizado pela Budweiser, evidenciou a importância do torneio em conectar pessoas de diferentes origens e aproximar culturas.
A pesquisa, que reúne dados de 17 países, mostrou que para 80% dos entrevistados, a Copa do Mundo demonstra que pessoas de origens distintas podem ser unidas pela mesma paixão, enquanto 72% afirmam que a competição aproxima o mundo.
Esse impacto também influencia no turismo: 62% disseram que passaram a ter vontade de conhecer outros países após acompanhar a Copa.
Entre os destinos que mais despertaram interesse estão a Noruega, incluída nos planos de viagem de cerca de 616 milhões de pessoas, e Cabo Verde, que atraiu a curiosidade de aproximadamente 517 milhões de potenciais visitantes — número quase mil vezes superior à população do país.
Durante a Copa do Mundo, a Noruega também se destacou fora das quatro linhas. A seleção comandada por Ståle Solbakken impulsionou mais de 42 mil publicações sobre a cultura viking nas redes sociais, embaladas pela tradicional celebração de “remada” dos jogadores e torcedores, marca registrada da equipe no torneio.
Em campo, os noruegueses também fizeram história ao eliminar o Brasil nas oitavas de final.
Outra grande surpresa da competição foi Cabo Verde. Em sua estreia em uma Copa do Mundo e ocupando apenas a 67ª colocação no ranking da Fifa, a seleção africana superou as expectativas.
Mesmo em um grupo que contava com duas campeãs mundiais, entre elas a atual detentora do título, a Espanha, a equipe encerrou a primeira fase invicta, com três empates e apenas dois gols sofridos.
A campanha chegou ao fim apenas nas oitavas de final, quando a seleção foi derrotada pela Argentina após um confronto equilibrado que levou a equipe de Lionel Scaloni à prorrogação.










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