Além de Rogers, também Elliot Anderson, do Nottingham Forest para o Manchester City, e Tonali, do Newcastle para o Tottenham, já neste defeso, Isak, do Newcastle para o Liverpool, Jack Grealish, do Aston Villa para o Manchester City, Declan Rice, do West Ham para o Arsenal, e Caicedo. Espanha e França têm negócios astronómicos dentro do próprio campeonato mas um cada – Antoine Griezmann, do Atlético Madrid para o Barcelona, e Kylian Mbappé, do Monaco para o Paris Saint-Germain.
Habituais gastadores em série, Barcelona e Real Madrid estão atrás do Chelsea com “apenas” três negócios acima de 100 milhões: os citados Dembélé e Griezmann e o brasileiro Philippe Coutinho, entre os catalães, e o também citado Bellingham mais Eden Hazard e Gareth Bale, entre os madrilenos. No total, o Barça gastou 403 no seu trio enquanto o Madrid se ficou pelos 349.
O PSG é um capítulo à parte: só comprou dois jogadores acima de 100 milhões mas precisamente os dois mais caros da história, Neymar, contratado ao Barcelona, e Mbappé, ex-Monaco. O craque francês custou 180 milhões e o astro brasileiro 222, o que o torna o único +200 da história do jogo. Liverpool e Manchester City também contrataram dois atletas acima de 100 milhões; Atlético Madrid, Manchester United, Arsenal, Juventus e Tottenham cometeram a loucura numa ocasião.
No total, as 22 transferências +100 envolveram quase 2,9 mil milhões de euros, segundo o site Transfermarkt. A Premier League é responsável por 12 delas, La Liga por sete, a Ligue 1 por duas e a Serie A italiana por uma. A Bundesliga é a única dos top-5 que nunca pagou – nem sequer o Bayern – mais de 100 milhões.
Em Portugal, o espanhol Samu contratado pelo FC Porto por um investimento global de 32 milhões é o mais caro de sempre, acima de Rodrigo Zalazar (SC Braga-Sporting, por 30) e de Orkun Kokçu (Feyenoord-Benfica, por 25).
Rogers, Anderson e Tonali são as três transferências além dos 100 milhões de 2026/27 até agora. O português Mateus Fernandes, que trocou o West Ham pelo Tottenham por 98 milhões, ficou no limiar.










Leave a Reply