A Copa do Mundo 2026 está oficialmente chegando ao fim. Neste domingo (19), Espanha e Argentina disputam a grande final. O vencedor desse confronto vai receber US$ 50 milhões (R$ 254,8 milhões, na cotação desta quinta-feira, 16), além de, claro, a mais cobiçada taça do mundo do futebol.
O valor total destinado à premiação das seleções participantes do torneio aumentou 50% em relação à edição anterior. Em 2026, a maior edição da história do torneio, com um recorde de 48 equipes, a Fifa destina US$ 655 milhões (R$ 3,33 bilhões) às premiações.
Apesar de o primeiro colocado levar o maior valor da competição, todas as seleções participantes do torneio recebem um valor monetário, que depende da posição final. Veja:
Além disso, só por participar do torneio cada seleção recebe US$ 10,5 milhões (R$ 53,5 milhões), sendo US$ 9 milhões (R$ 45,8 milhões) para participar da fase de grupos da competição e US$ 1,5 milhão (R$ 7,6 milhões) já recebidos para cobrir os custos de preparação.
O Brasil perdeu nas oitavas de final para a Noruega por 2 a 0, ficando assim entre a posição 9 e 16 na classificação geral. Para as equipes que perderam na mesma fase e integram essas colocações, o valor a ser recebido é de US$ 15 milhões (R$ 76,4 milhões). Junto com os brasileiros, as seleções que receberão esse valor são:
O campeão que vai levar a taça mais cobiçada do mundo do futebol vai levar, na verdade, uma réplica em ouro maciço. O troféu verdadeiro fica com a Fifa e só fica na posse do vencedor na comemoração imediata após a final, ainda em campo. Segundo o regulamento da Fifa, o campeão comemora e levanta a taça após a final, e depois a seleção deve devolver o troféu para a entidade, que vai gravar o nome da vencedora da edição.
*Estagiária sob supervisão de Diogo Max











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