Flaco López (Palmeiras) – Argentina
Terceira opção para o comando de ataque argentino atrás de Julián Álvarez e Lautaro Martínez, Flaco López precisou de poucos minutos para deixar sua marca. Ele entrou aos quatro minutos do segundo tempo da prorrogação contra a Suíça, no lugar de Leandro Paredes, e dois minutos depois recebeu na área, atraiu a marcação e devolveu para Julián Álvarez acertar o ângulo. A Argentina venceu por 3 a 1 nas quartas de final e a assistência foi reconhecida oficialmente pela FIFA.
Foi apenas a segunda partida do camisa 42 no Mundial. A primeira havia sido na terceira rodada da fase de grupos, contra a Jordânia. Na semifinal contra a Inglaterra, ele ficou no banco durante os 90 minutos. Aos 25 anos, o argentino disputa sua primeira Copa e ainda busca o primeiro gol pela seleção principal.
Jhon Arias (Palmeiras) – Colômbia
Titular nas cinco partidas da Colômbia, Jhon Arias marcou o gol da vitória por 1 a 0 sobre Gana, aos 13 minutos do primeiro tempo, no Arrowhead Stadium, em Kansas City, que garantiu a vaga nas oitavas. Foi o primeiro gol dele em Copas do Mundo, após cruzamento de Luis Suárez.
Com o tento, o Palmeiras passou a ter dois jogadores marcando em uma mesma edição de Copa pela primeira vez na história. A Colômbia caiu para a Suíça nas oitavas, em Vancouver, após 0 a 0 nos 120 minutos e derrota por 4 a 3 nos pênaltis.
Maurício (Palmeiras) – Paraguai
Brasileiro naturalizado paraguaio, Maurício entrou no segundo tempo da estreia contra os Estados Unidos e marcou o único gol da equipe na derrota por 4 a 1, no SoFi Stadium. Reserva ao longo do torneio, ele voltou a aparecer no momento mais importante: converteu sua cobrança na disputa de pênaltis que eliminou a Alemanha, após 1 a 1 no tempo normal e na prorrogação.
O Paraguai, que voltava a uma Copa depois de 16 anos, terminou o Mundial nas oitavas de final, com derrota por 1 a 0 para a França.
Gustavo Gómez (Palmeiras) – Paraguai
Titular absoluto e capitão do Paraguai, o zagueiro foi um dos responsáveis pela solidez defensiva da equipe de Gustavo Alfaro. Contra a Alemanha, Gómez foi um dos melhores em campo e converteu sua cobrança na disputa de pênaltis.
Neymar (Santos) – Brasil
Neymar chegou ao Mundial se recuperando de uma lesão grau 2 na panturrilha direita e atuou em apenas dois dos cinco jogos do Brasil. Estreou na terceira rodada da fase de grupos, contra a Escócia, com cerca de 15 minutos em campo, e ficou no banco sem ser acionado nos 16 avos de final diante do Japão.
Nas oitavas contra a Noruega, entrou aos 23 minutos do segundo tempo no lugar de Gabriel Martinelli, com o placar em 0 a 0. Recebeu cartão amarelo após uma confusão e, na reta final, converteu o pênalti que diminuiu para 2 a 1. O Brasil foi eliminado no MetLife Stadium com dois gols de Erling Haaland, na pior campanha da Seleção em Copas desde 1990.
Agustín Canobbio (Fluminense) – Uruguai
O atacante foi um dos poucos uruguaios com participação relevante. Marcou o segundo gol no empate por 2 a 2 com Cabo Verde, em Miami, após assistência de Maxi Araújo, e somou 225 minutos nos três jogos. Titular nas duas últimas rodadas, foi expulso nos minutos finais da derrota por 1 a 0 para a Espanha, que confirmou a eliminação.
O Uruguai terminou o Grupo H com apenas dois pontos, sem vitórias, e foi a única seleção da Conmebol a não avançar ao mata-mata.
Flamengo, o clube com mais convocados
O Flamengo cedeu nove jogadores para quatro seleções, o maior número entre os clubes brasileiros. Três tiveram participação de destaque no Mundial.
Danilo (Brasil). Começou como reserva e assumiu a lateral direita após a lesão de Wesley e a estreia ruim de Ibañez contra o Marrocos.
Gonzalo Plata (Equador). Marcou o gol da vitória por 2 a 1 sobre a Alemanha, que assegurou a classificação do Equador aos 16 avos de final.
Lucas Paquetá (Brasil). Começou as três partidas da fase de grupos e deu o lançamento para Vinicius Junior marcar o terceiro gol na vitória por 3 a 0 sobre o Haiti, na Filadélfia.
Memphis Depay (Corinthians) – Países Baixos
Único europeu convocado atuando no Brasileirão, o camisa 10 entrou em campo nos três jogos da fase de grupos, sempre saindo do banco, e somou 51 minutos. A única participação direta em gol foi a assistência para Summerville na goleada por 5 a 2 sobre a Suécia. Recebeu cartão amarelo na estreia contra o Japão.
Nos 16 avos de final, os Países Baixos empataram em 1 a 1 com o Marrocos e caíram nos pênaltis por 3 a 2. Depay, especialista em cobranças, sequer foi acionado por Ronald Koeman.
Titulares sem participação em gols
Outros jogadores do Brasileirão foram titulares de suas seleções, ainda que sem gols ou assistências:
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Guillermo Varela (Flamengo), Uruguai: titular nas três partidas e atuações discretas.
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Junior Alonso (Atlético-MG), Paraguai: titular na linha de quatro ao longo da campanha.
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Damián Bobadilla (São Paulo), Paraguai: titular, marcou contra o próprio gol logo aos sete minutos da estreia diante dos Estados Unidos.
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Alan Franco (Atlético-MG), Equador: titular, foi substituído no intervalo da derrota para o México.
Quem entrou pouco
Jogadores que tiveram minutos, mas em participações pontuais:
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Nicolás de la Cruz (Flamengo), Uruguai: reserva, sempre acionado por Marcelo Bielsa, sem chegar a 90 minutos somados.
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Sergio Rochet (Internacional), Uruguai: entrou no segundo tempo contra a Espanha depois da falha de Fernando Muslera.
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Ángelo Preciado (Atlético-MG), Equador: entrou no segundo tempo nos três jogos, com 67 minutos.
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Alan Minda (Atlético-MG), Equador: 56 minutos, em uma única partida.
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Félix Torres (Internacional), Equador: 13 minutos contra a Alemanha.
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Danilo Santos (Botafogo), Brasil: duas partidas, com 21 minutos na fase de grupos.
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Alex Sandro (Flamengo), Brasil: apenas 9 minutos, em um jogo.
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Ramón Sosa (Palmeiras), Paraguai: poucos minutos na estreia contra os Estados Unidos.
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Isidro Pitta (Red Bull Bragantino), Paraguai: surpresa entre os titulares contra a Turquia, foi substituído no intervalo.
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Fabián Balbuena (Grêmio), Paraguai: esteve em campo na classificação sobre a Alemanha.
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Andrés Gómez (Vasco), Colômbia: nos acréscimos da partida contra o Uzbequistão.
Quem não entrou em campo
Sete dos 32 convocados do Brasileirão terminaram a Copa do Mundo sem disputar um único minuto:
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Giorgian de Arrascaeta (Flamengo), Uruguai: se recuperou de uma lesão na panturrilha e ficou à disposição na última rodada, mas Bielsa optou por não utilizá-lo.
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Joaquín Piquerez (Palmeiras), Uruguai: passou por cirurgia no tornozelo para chegar ao Mundial e perdeu a posição para Juan Sanabria.
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Emiliano Martínez (Palmeiras), Uruguai: última opção do meio-campo.
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Jorge Carrascal (Flamengo), Colômbia: terceira opção no setor, ficou no banco nos cinco jogos.
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Juan Portilla (Athletico-PR), Colômbia: não entrou em nenhuma das cinco partidas.
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Weverton (Grêmio), Brasil: Alisson foi titular nos cinco jogos.
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Léo Pereira (Flamengo), Brasil: a dupla de zaga Marquinhos e Gabriel Magalhães jogou todos os minutos.











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