O presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista, explicou neste domingo (26) por que o clube decidiu não disponibilizar o Ninho do Urubu para ser centro de treinamento da Copa do Mundo Feminina de 2027. O dirigente afirmou que o CT está totalmente dedicado às atividades do clube e que o Rubro-Negro não tem obrigação de interromper sua rotina pelo torneio.
A decisão mantém o Ninho do Urubu fora da lista de locais visitados por representantes da Fifa, que buscam infraestrutura para o Mundial que será disputado no Brasil. Segundo Bap, como é conhecido, o Flamengo concentra todas as categorias de base no CT e faz investimentos na infraestrutura do futebol.
“Não é uma obrigação. A gente não entende que devamos parar. Trouxemos todas as atividades que nós tínhamos nas categorias de base para dentro do CT”, declarou o presidente. Ele reforçou que os investimentos são voltados para o Flamengo.
Investimentos e Miniestádio
O presidente também revelou planos para inaugurar, até meados do próximo ano, um miniestádio com capacidade para 4.500 pessoas no CT. Este espaço será utilizado para partidas do futebol feminino e atenderá às exigências de competições nacionais.
“Até meados do ano que vem, a gente deve ter um miniestádio para 4.500 pessoas. Vai poder ter jogo do futebol feminino”, detalhou Bap. Ele reiterou que “tem muita coisa acontecendo no CT e o investimento é para o Flamengo. Nós não temos nada a ver com a Copa do Mundo de futebol feminino”.
Críticas ao calendário e impacto financeiro
Além da questão do CT, Luiz Eduardo Baptista criticou a paralisação do calendário do futebol masculino durante grandes torneios. Para o dirigente, a interrupção prejudica o planejamento esportivo e financeiro dos clubes, o que ele chamou de um evento “extemporâneo” e “episódico”.
“O que seria eventual está começando a acontecer todos os anos. Esse ano, foi Copa do Mundo (masculina). Ano que vem é Copa do Mundo de futebol feminino. Eu entendo que não deveria paralisar o futebol (masculino), mas aparentemente vai paralisar”, lamentou.
Bap expressou preocupação com os efeitos financeiros, citando a Copa do Mundo masculina deste ano. “Agora (na Copa do Mundo masculina), foram mais de 70 dias sem receitas. Isso maltrata a gente. Continuamos tendo que pagar salários, (direitos de) imagem, leis sociais, sem ter outras receitas”, explicou.
Ele concluiu que torneios internacionais reduzem as datas disponíveis para competições nacionais, pressionando o calendário e as finanças dos clubes. A Copa do Mundo Feminina de 2027 será a primeira na América do Sul, ocorrendo no Brasil de 24 de junho a 25 de julho, com a final no Maracanã, Rio de Janeiro.
Esse texto foi gerado por inteligência artificial com base no conteúdo produzido pela Itatiaia. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN Brasil.










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