No programa, Sakamoto disse que Lula tem dois objetivos ao intensificar conversas e encontros com outros líderes, como os de China e Coreia do Sul: conter danos econômicos e responder a um cenário em que Washington afasta aliados e parceiros comerciais.
Há dois motivos dessa movimentação do presidente Lula. A primeira movimentação, claro, é econômica, mais objetiva, mais direta, tentando conter os danos relacionados aos tarifaços impostos pelos EUA aos produtos brasileiros.
O governo Lula se vê na obrigação de acelerar processos de aproximação comercial para tentar escoar produtos brasileiros que passarão a ser sobretaxados pelos EUA para outras nações. Ou seja, reduzir a dependência dos EUA. Leonardo Sakamoto
Ele também afirmou que outro movimento não é só do Brasil e envolve outros países que, na visão dele, buscam se articular para reduzir o impacto da “imprevisibilidade” de Trump. Sakamoto citou conversas e abertura de mercados para destinos como Indonésia, Japão e, agora, Coreia do Sul. Na prática, isso mostra que se os EUA de Trump não querem agir como adultos, há quem queira. A China, por exemplo.
Desde que tomou posse, o presidente Donald Trump vem afugentando aliados e parceiros comerciais. Parece até que ele respeita mais adversários como China e Rússia, do que respeita nações que são amigas ou que historicamente são parceiras comerciais. Leonardo Sakamoto











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