Isso ultrapassa um limite que as instituições responsáveis pela governança do futebol jamais deveriam ultrapassar. A Uefa trata esse assunto com extrema seriedade. Todas as Associações Nacionais de Futebol também deveriam fazê-lo. O mesmo vale para todas as partes interessadas: ligas, clubes, jogadores, torcedores, governos e todos aqueles que se preocupam com o futuro do futebol. A essência e a governança do futebol não são ativos para serem comercializados — especialmente sem qualquer transparência sobre quem obtém ganhos financeiros. Nenhum de nós é dono do futebol. O futebol não pertence à Fifa para que ela o venda. Uefa, em nota oficial
A próxima Copa do Mundo, inclusive, terá dois países da Europa como sedes: Portugal e Espanha. Eles dividirão o torneio com Marrocos (África). Argentina, Uruguai e Paraguai, na América do Sul, receberão um jogo de abertura cada como uma forma de homenagem pelos 100 anos do Mundial.
Plano da Fifa
O plano da Fifa prevê a criação da Fifa Forward Enterprise (FFE), uma subsidiária de propriedade integral que tomará conta das operações comerciais e de eventos da organização. Esta empresa teria ações vendidas a investidores minoritários.
A Fifa afirmou que manteria o controle exclusivo, bem como a “autoridade exclusiva” sobre a governança do futebol, as competições, o calendário de jogos e todas as decisões regulatórias e esportivas.
De acordo com a proposta, a Fifa convidaria investidores externos a adquirir participações minoritárias, sem controle, na FFE para levantar até US$ 4,2 bilhões (R$ 21,4 bilhões). A entidade diz que a empresa valeria US$ 20 bilhões (R$ 102,3 bilhões) ao todo.











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