R: “É complicado. Eestou chegando a uma equipe que é realmente uma família. Normalmente, prefiro trabalhar com o meu elenco por um período mais longo para conhecer bem todos os jogadores. Mas o fato é que cheguei tarde. Conversei com Advocaat, que possui uma vasta experiência e, além disso, conquistou muitos títulos…
Discutimos a equipe, a campanha nas Eliminatórias e tudo mais que eu precisava saber. Advocaat me deu alguns conselhos. Mas, em última análise, o trabalho agora é meu. Sei qual é a essência desta equipe. Posso me apoiar naquilo que eles conquistaram anteriormente, mas tenho que fazer mais, porque acredito que, na Copa do Mundo, o nível da competição é ainda mais elevado”.
P: Você tem um plano para enfrentar a Alemanha, o Equador e a Costa do Marfim?
R: “É claro, não se joga sem um plano, mas, de modo geral, as grandes equipes possuem a qualidade e o calibre necessários para nos forçar a defender mais do que o habitual. A maioria dos nossos adversários disputa os torneios mais exigentes da Europa ou da América do Sul.
Então a intensidade é muito superior àquela que nossos jogadores costumam enfrentar. No entanto, temos alguns jogadores com qualidades capazes de destravar uma partida. E isso também pode surpreender os adversários”.
– “Aproveitar o momento” –
P: Qual é a chave para o sucesso?










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