As cidades-sede da Copa do Mundo de 2026 estão exigindo que a Federação Internacional de Futebol (Fifa) pague os milhões de dólares prometidos, isto apenas três semanas após o encerramento das partidas do torneio.
Segundo o jornal britânico The Athletic, a Fifa, na condição de entidade que rege o futebol, continua se abstendo de efetuar os pagamentos devidos até o momento, e os escândalos continuam surgindo contra a entidade, com seu presidente, Gianni Infantino, encontrando-se mais uma vez no centro dessa crise.
O jornal apontou que o presidente da Fifa havia prometido uma contribuição financeira de um milhão de dólares para cada uma das onze cidades norte-americanas que sediaram partidas do último Mundial, e as cidades-sede seguem cobrando a Fifa para receber o dinheiro prometido, sem obter qualquer resposta até agora.
O objetivo dessas verbas, conforme anunciado por Infantino, era compensar os altos custos assumidos pelas cidades-sede para organizar o torneio ao longo de 39 dias.
Vale destacar que esta edição se tornou a maior da história da Copa do Mundo, tendo registrado um aumento no número de seleções participantes e, consequentemente, o maior número de partidas disputadas na história da competição até agora.
Quatro executivos dos comitês organizadores locais revelaram detalhes da crise, afirmando: “Informamos a Fifa em diversas ocasiões que as cidades receberiam compensações iguais pelo uso dos estádios”.
Esses representantes preferiram manter suas identidades em sigilo para evitar prejudicar suas relações com a instituição, ressaltando que, até hoje, não receberam as compensações financeiras.










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