Copa do Mundo 2026: Mauro Cezar critica Trump e Infantino


A Copa do Mundo de 2026 vive um “sequestro” político e simbólico, com a Fifa em posição de submissão aos interesses do presidente dos EUA Donald Trump, avaliou Mauro Cezar no UOL News Esporte, do Canal UOL.

O debate citou os casos de restrições na entrada de delegações e protocolos fora do padrão esportivo de outros Mundiais. Para o comentarista, o cenário contrasta com a ideia de universalidade vendida pelo torneio e afeta até mesmo a “isonomia esportiva”.

O que eu percebo é uma reação de alguns segmentos da mídia, das pessoas ligadas ao futebol, diferentes países, pela apropriação da Copa do Mundo pelo Donald Trump e pelo Infantino. ‘Vamos fazer do nosso jeito, vai ser desse jeito, acabou’. Em outras Copas a Fifa já impôs e países como o Brasil ficaram de quatro aceitando tudo. Agora acontece de uma outra forma: a Fifa é subserviente ao presidente dos Estados Unidos. Coisas absurdas acontecem. A isonomia esportiva ainda não existe porque o Irã vai ter que ficar viajando. Enfim, acho que está havendo uma reação crítica de parte da mídia internacional, porque a Copa do Mundo foi meio que sequestrada.
Mauro Cezar





Source link

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *