A Uefa, que reúne as federações europeias, defendeu abertamente a mudança na presidência. Mas Infantino tem apoiadores importantes, caso do Marrocos – uma das três principais sedes da Copa do Mundo de 2030 – e tampouco sofreu críticas por parte da Conmebol, confederação sul-americana de futebol e uma das mais importantes mundialmente. Amparado a isso, pode tentar se sustentar no cargo até março, quando haverá a eleição para tentar seu quarto e último mandato.









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