O árbitro Omar Artan, que teve a entrada negada pelos Estados Unidos na Copa do Mundo de 2026, falou sobre a frustação em não poder apitar o Mundial. O somali concedeu entrevista para a Uefa enquanto se prepara para a apitar a Supertaça Europeia, que ocorre quarta-feira (12), entre PSG (campeão da Champions League) e Aston Villa (vencedor e Europa League).
— Foi um período muito difícil. Muitas pessoas têm compaixão por mim. Quando alguém trabalha muitos anos e tem de fazer alguma coisa, e de repente não consegue, é muito difícil. Agradeço muito o apoio que tenho recebido de todo o Mundo — disse o árbitro de 34 anos.
— Tive sorte, mas trabalhei muito para chegar aqui. Estou muito orgulhoso. Como podem imaginar, cresci numa situação difícil, mas isso não me impediu de perseguir os meus sonhos.
Artan recebeu a notícia da nomeação no início de junho, pouco depois de regressar dos Estados Unidos.
— Quando recebemos esta chamada, para mim e para a minha família foi um momento de grande felicidade.
📩 Receba as principais notícias do Grêmio direto no seu e-mail. Clique aqui e inscreva-se na newsletter do Tricolor.
📩 Receba as principais notícias do Inter direto no seu e-mail. Clique aqui e inscreva-se na newsletter do Colorado.











Leave a Reply