Dono da 2ª melhor campanha e da menor posse na Libertadores, Independiente Rivadavia perde Villa, mas segue forte


Se antes de começar a Libertadores era um estreante desconhecido, o Independiente Rivadavia reencontra o Fluminense nas oitavas de final cheio de moral. Afinal, a equipe argentina foi líder no grupo do tricolor e, de quebra, terminou com a segunda melhor campanha da fase de grupos, com 16 pontos, atrás apenas do Flamengo no saldo de gols (12 a 9). Por conta disso, terá a vantagem de decidir o confronto das oitavas com o apoio da sua torcida em Mendoza, na semana que vem, dia 18.

Após a pausa para a Copa do Mundo, o Independiente Rivadavia teve um desfalque de peso: viu o atacante Sebastián Villa voltar ao Boca Juniors. Principal jogador do futebol argentino em 2025, o colombiano era o capitão da equipe, o que representou uma perda significativa tanto na liderança quanto na técnica.

— Era algo (saída do Villa) que o Independiente Rivadavia já imaginava que pudesse acontecer desde o ano passado, quando o time conquistou a Copa Argentina. O Villa, inclusive, havia declarado que gostaria de jogar no River Plate ou no Boca Juniors. O Racing não quis contratá-lo porque foi acusado por duas ex-namoradas de agressões físicas — lembra Raphael Sibilla, correspondente do Grupo Globo na Argentina.

Já quem, pelo menos por enquanto, permanece no clube é Álex Arce, atual artilheiro da Libertadores com oito gols. Convocado pela seleção paraguaia para a Copa do Mundo, o atacante de 31 anos despertou recentemente o interesse do Internacional. Ele também teve uma boa passagem pela LDU-EQU.

Para substituir Villa, o Independiente Rivadavia foi atrás de Maximiliano Salas, contratado pelo River Plate por 8 milhões de dólares (cerca de R$ 52 milhões à época) junto ao Racing em julho do ano passado. O estilo do atacante combina com o time, dono da menor média de posse da Libertadores (37,8%).

— Não acho que o Salas será titular no jogo contra o Fluminense. Mas, pensando no estilo do Independiente Rivadavia contra os grandes argentinos, de dar a bola para o adversário, ele faz muito bem a jogada de trombar com o zagueiro, tentar dar uma casquinha ou já armar uma segunda bola para o centroavante — conclui Sibilla.



Source link

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *