Tive sorte, mas trabalhei muito para estar aqui e estou muito orgulhoso. Cresci em uma situação difícil, mas isso não me impediu de perseguir meus sonhos. Esta será minha primeira partida na Europa. Ter aventuras, criar memórias e aprender coisas novas é sempre ótimo.
Quando recebemos essa ligação, foi realmente um momento muito, muito feliz para mim e minha família. Existe uma grande comunidade somali na Europa e na Áustria, e eles estão nas nuvens comigo apitando uma partida dessas. Omar Artan, ao site da Uefa
A trajetória até o sucesso internacional foi longa. Artan, que tem 34 anos, perdeu o pai quando ainda era jovem e começou na arbitragem apitando jogos de times de bairro e escolares na Somália.
Ele recebeu o escudo da Fifa em 2018. No ano passado, foi eleito o melhor árbitro da África pela Confederação Africana de Futebol (CAF).
A oportunidade de comandar uma final europeia também vem por meio de uma “parceria”. Em abril, a Uefa e a CAF assinaram um acordo para cooperação em algumas áreas, incluindo a arbitragem.
Esta é uma grande honra para Omar Artan e para os árbitros africanos. É um excelente exemplo de futebol reunindo e unindo as pessoas. Patrice Motsepe, presidente da CAF









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