A cabeça de Nehuén Perez e a mão de Diogo Costa (as notas do FC Porto)


Regressou à titularidade quase um ano depois e voltou em grande, com um golo aos 11 minutos. Atacou o segundo poste com enorme liberdade e ganhou o duelo aéreo com autoridade, marcando de cabeça. Apareceu numa posição pouco habitual, mas cumpriu também defensivamente. Saiu aos 69′, provavelmente por gestão física, depois de uma exibição muito competente, sobretudo se pensarmos que apanhou no seu lado com avançados fortes e poderosos.



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