Mercado da Bola: Brasil segura gastos e tem janela mais pobre em 2026


A era de sucessivas quebras de recordes de contratação mais cara da história e de reforços do nível de Memphis Depay, o maior artilheiro da história da seleção holandesa, e de Lucas Paquetá, que ainda era um nome importante da milionária Premier League inglesa, chegou ao fim. Ou, pelo menos, deu um tempo.

Na atual janela de transferências, o futebol brasileiro não tem mais se comportado como aquele rico que de comprando tudo o que deseja sem se preocupar muito com o preço. Pelo contrário.

Até a última sexta-feira, os 20 clubes da Série A haviam investido juntos um total de 80,2 milhões de euros (R$ 486,4 milhões) em novos jogadores neste Mercado da Bola de meio de ano (julho/agosto e setembro).





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