Perto do adeus, Deschamps pode deixar França como maior das Copas


Tiro o chapéu para todos, vocês estão no topo do mundo pelos próximos quatro anos. Vocês serão ligados por toda a vida a esse troféu. Os jogadores e toda a comissão, a partir dessa noite, não serão os mesmos. Sabem por quê? Vocês são campeões mundiais Deschamps no vestiário, logo após a conquista da Copa.

A França ainda conquistaria a Liga das Nações de 2021, após bater a Espanha por 2 a 1 na decisão.

O Mundial do Qatar foi mais uma amostra do ótimo trabalho do treinador, apesar do vice-campeonato: com seis titulares de 2018 entre os 11 de Deschamps, o time teve uma campanha sólida, sobretudo no mata-mata, e protagonizou uma das maiores finais de todos os tempos contra a Argentina.

Na decisão, ao se deparar com a superioridade e a vitória parcial dos adversários por 2 a 0 já no primeiro tempo, o comandante francês mostrou poder de reação, promoveu mudanças antes do intervalo e recolocou a França no jogo. O resultado? Na etapa final, os Bleus cresceram e buscaram o empate com um inspirado Mbappé, e o fariam novamente na prorrogação, encerrada em 3 a 3. A derrota veio nos pênaltis, por 4 a 2.

Em 2026, novamente a seleção francesa se mostra dominante – com 100% de aproveitamento – e outra vez repaginada: somente quatro atletas campeões em 2018 ainda estão entre os 26 convocados nesta edição.

Se no início da Copa de 2018 o tom de Deschamps era de cobrança com os atletas, agora, com um título mundial e um vice-campeonato em duas edições seguidas, a exigência permanece. “O que aconteceu em 1998 e 2018 ficará para sempre comigo, mas nada pode mudar o passado. O que importa agora é o que faremos a seguir”, afirmou à Fifa o treinador, ao reconhecer o valor das conquistas pelos Bleus:





Source link

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *