A Espanha está a um passo de colocar o país em mais um capítulo da história do futebol mundial. Classificada para a final da Copa do Mundo de 2026, a seleção espanhola pode se tornar a primeira campeã com do Mundial masculino e feminino simultaneamente.
O feito depende da conquista da decisão do próximo domingo, contra Inglaterra ou Argentina. Caso levante a taça, a equipe comandada por Luis de la Fuente se juntará à seleção feminina, campeã mundial em 2023, quando derrotou a Inglaterra por 1 a 0 na final disputada em Sydney, na Austrália. Na ocasião, Olga Carmona marcou o gol do título inédito para as espanholas.
Até hoje, nenhuma nação conseguiu reunir os dois títulos ao mesmo tempo. A Alemanha esteve perto de alcançar a marca. As alemãs conquistaram o Mundial de 2003 e repetiram o feito em 2007, mas a seleção masculina foi eliminada nas semifinais da Copa de 2006 e terminou com o terceiro lugar. Em 2014, quando os alemães conquistaram o tetracampeonato no Brasil, a equipe feminina já havia caído nas oitavas de 2011 para o Japão e depois nas semifinais de 2015 para os Estados Unidos — ambos campeões nos respectivos anos.
Os Estados Unidos também nunca conseguiram coincidir as conquistas. Enquanto a seleção feminina soma quatro títulos mundiais (1991, 1999, 2015 e 2019), a equipe masculina jamais disputou uma final de Copa do Mundo.
Campeã do Mundial masculino apenas em 2010, na África do Sul, a Espanha vive um dos períodos mais vitoriosos de sua história. Além do título feminino em 2023, o país conquistou recentemente o bicampeonato da Liga das Nações Feminina (23/24 e 24/25) e a Eurocopa masculina (2024).
Agora, a seleção espanhola terá a oportunidade de alcançar um feito inédito. Na decisão da Copa do Mundo de 2026, enfrentará o vencedor da semifinal entre Argentina e Inglaterra em busca do segundo título mundial entre os homens e de uma marca jamais alcançada no futebol internacional.











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