Entre os jogadores, o exemplo mais óbvio é Messi. O camisa 10 foi para Barcelona no início da adolescência e deu seus primeiros passos no futebol já inserido na metodologia de La Masia, baseada em conceitos de Johan Cruyff. Foi das ideias do holandês — e de seguidores como Joan Vilà e Paco Seirul.lo — que foi desenvolvido o jeito de jogar do clube catalão e da seleção espanhola.
Para além do craque, há ainda dois jogadores formados em categorias de base de clubes espanhóis: Nico Paz, nascido nas Ilhas Canárias e criado na base do Tenerife e do Real Madrid, e Giuliano Simeone, que terminou a formação no Atlético de Madrid, sob olhares de seu pai e treinador do clube, Diego Simeone.
O Atleti é, também, o clube que mais jogadores forneceu à convocação de Scaloni, com cinco: além de Simeone, são atletas colchoneros o goleiro reserva Juan Musso, o lateral Nahuel Molina, e os atacantes Thiago Almada e Julián Álvarez. Giovani Lo Celso, do Real Betis, é o sexto elemento que atua no futebol espanhol. Apenas a Premier League, com outros seis atletas, fornece tantos jogadores à tricampeã do mundo.

Hegemonia sem precedentes
Para além de uma questão quase filosófica — o estilo espanhol é mesmo o modelo a ser seguido? —, os números corroboram que a Espanha manda no futebol de seleções nos últimos anos.









Leave a Reply