Logo na chegada de Portugal ao aeroporto, após a eliminação nos oitavos de final do Campeonato do Mundo, Pedro Proença deu indicações para que o retrato-robô do sucessor de Roberto Martínez começasse a ser produzido. O presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) andava à procura de um perfil “consentâneo com aquilo que é a realidade”, alguém que “conheça muito bem o futebol português” e que “se identifique com esta dinâmica de vitória”. As características transmitidas permitiram definir Jorge Jesus como o suspeito a ser perseguido para o cargo de selecionador até 2030.










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