Na Copa do revisionismo, a história resiste ao anacronismo da bola


O revisionismo histórico ganha, a cada dia, novos capítulos em uma sociedade envenenada pelos rotineiros “épicos” espalhados numa rede nada social. Reinterpretar fatos adulterando a história, cujo objetivo único é justificar narrativas próprias, é o mesmo que negar a existência de consensos já estabelecidos ou não contextualizar, de forma correta e com fatos, o que já passou. História não é nada sem contexto, assim como presente não é nada sem passado, inclusive em Copas do Mundo.



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