Nesta terça-feira, a 4.ª etapa da Volta a Portugal à Vela entre a Figueira da Foz e Cascais, que conta com o apoio da “Visit Cascais”, ficou marcada pela falta de vento, situação que condicionou significativamente o desenrolar da prova. O percurso, inicialmente previsto era de 100 milhas náuticas, mas acabou por ser encurtado junto ao Cabo da Roca.
Na partida, a frota, composta por 31 embarcações, navegou cerca de 10 milhas para sul, junto à costa, na tentativa de encontrar melhores condições de vento. Embora tenha surgido mais tarde, a sua intensidade manteve-se fraca, resultando numa progressão lenta e exigindo uma gestão estratégica por parte das tripulações.
Com a aproximação da noite, o vento praticamente desapareceu, comprometendo a continuação da etapa, nas condições inicialmente previstas.


Perante este cenário, a direção de prova encurtou o percurso e fez a chegada, da etapa, ao largo do Cabo da Roca. A decisão não agradou aos velejadores das embarcações mais rápidas, mas permitiu salvaguardar a segurança dos participantes e assegurar o equilíbrio da competição.
A etapa foi longa e demorada, mas evidenciou a capacidade de adaptação das tripulações e da organização, num dia longo onde a estratégia, a resistência e a leitura das condições meteorológicas foram determinantes para o desempenho das embarcações participantes.

Classificação em Tempo Real à passagem por Peniche:
1.º MADMAX
2.º FUNBEL – NACEX
3.º PLAYTIME
4.º MAKAI
5.º ANTHEA
Esta quarta-feira, a frota da Volta a Portugal à Vela vai subir o rio Tejo, numa regata costeira, com partida às 14:00 horas, na Baía de Cascais e chegada na Doca de Belém, em frente ao edifício sede da Federação Portuguesa de Vela, num espetáculo de vela junto a alguns dos locais mais emblemáticos da frente ribeirinha de Lisboa.










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