Caso realmente não volte a defender o Brasil, Neymar encerrará uma das trajetórias mais marcantes da história da seleção. Em 130 partidas, marcou 80 gols e distribuiu 58 assistências, consolidando-se como o maior artilheiro da Amarelinha segundo os critérios da Fifa.
Seu principal título pela seleção principal foi a Copa das Confederações de 2013. Antes disso, também conquistou a inédita medalha de ouro olímpica nos Jogos do Rio de Janeiro, em 2016, defendendo a equipe sub-23.
Na Copa do Mundo de 2026, disputou seu quarto Mundial e ampliou uma série de marcas históricas. Com nove gols em Copas, entrou no top-3 dos maiores artilheiros brasileiros da competição e tornou-se, ao lado de Pelé, o único jogador do Brasil a balançar as redes em quatro edições diferentes do torneio (2014, 2018, 2022 e 2026).
Sua última partida pela Seleção aconteceu justamente na derrota para a Noruega, nas oitavas de final. Na ocasião, marcou de pênalti e tornou-se o brasileiro mais velho a fazer um gol em uma Copa do Mundo, aos 34 anos e 150 dias, superando o recorde que pertencia a Bebeto desde o Mundial de 1998.
Neymar também igualou Pelé, Gilmar e Leão com 14 partidas disputadas em Copas do Mundo e tornou-se o jogador que mais vezes vestiu a camisa 10 do Brasil em Mundiais, com 15 aparições, ultrapassando Pelé e Rivaldo.
A passagem pela seleção, porém, também foi marcada por lesões. No Mundial de 2026, o atacante chegou à competição com uma lesão de grau 2 na panturrilha direita, passou praticamente toda a primeira fase em tratamento e só estreou na rodada final da fase de grupos, diante da Escócia.











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