Um conjunto de países muçulmanos — que abrange o Qatar, Jordânia, Emirados Árabes Unidos, Indonésia, Paquistão, Turquia, Arábia Saudita e Egito — emitiu uma declaração conjunta a “expressar a sua forte condenação das violações contínuas de Israel na Faixa de Gaza”.
Joint Statement
The Ministers of Foreign Affairs of the Hashemite Kingdom of Jordan, the United Arab Emirates, the Republic of Indonesia, the Islamic Republic of Pakistan, the Republic of Türkiye, the Kingdom of Saudi Arabia, the State of Qatar, and the Arab Republic of Egypt… pic.twitter.com/isNprRyBUp
— وزارة الخارجية وشؤون المغتربين الأردنية (@ForeignMinistry) August 6, 2026
Os países enumerados criticam, em particular, “a destruição de centros médicos, os ataques a infraestruturas civis e as mortes continuadas, que incluem mulheres e crianças, numa grave violação da lei internacional e da lei internacional humanitária”.
As iniciativas israelitas contra os territórios ocupados constituem, para as nações signatárias, um boicote aos esforços regionais e internacionais, nomeadamente protagonizados por Donald Trump, para chegar a um acordo na Faixa de Gaza que ponha termo à perpétua escalada do conflito e à catástrofe humanitária na região.
Os ministros dos Negócios Estrangeiros envolvidos na iniciativa pedem à “comunidade internacional, e particularmente ao Conselho de Segurança [da ONU], para defenderem as suas responsabilidades legais e morais e tomarem medidas práticas e efetivas para forçar Israel a cumprir as suas obrigações […] e responsabilizar aqueles que perpetraram graves violações”.
Até à data, Israel afirmou que não vai retirar forças militares de Gaza enquanto não se verificar um progresso significativo no desmantelamento do Hamas.










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