Irão avisa Trump que “bullying” é uma “estratégia falhada” – Observador


Um conjunto de países muçulmanos — que abrange o Qatar, Jordânia, Emirados Árabes Unidos, Indonésia, Paquistão, Turquia, Arábia Saudita e Egito — emitiu uma declaração conjunta a “expressar a sua forte condenação das violações contínuas de Israel na Faixa de Gaza”.

Os países enumerados criticam, em particular, “a destruição de centros médicos, os ataques a infraestruturas civis e as mortes continuadas, que incluem mulheres e crianças, numa grave violação da lei internacional e da lei internacional humanitária”.

As iniciativas israelitas contra os territórios ocupados constituem, para as nações signatárias, um boicote aos esforços regionais e internacionais, nomeadamente protagonizados por Donald Trump, para chegar a um acordo na Faixa de Gaza que ponha termo à perpétua escalada do conflito e à catástrofe humanitária na região.

Os ministros dos Negócios Estrangeiros envolvidos na iniciativa pedem à “comunidade internacional, e particularmente ao Conselho de Segurança [da ONU], para defenderem as suas responsabilidades legais e morais e tomarem medidas práticas e efetivas para forçar Israel a cumprir as suas obrigações […] e responsabilizar aqueles que perpetraram graves violações”.

Até à data, Israel afirmou que não vai retirar forças militares de Gaza enquanto não se verificar um progresso significativo no desmantelamento do Hamas.





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