Em contrapartida, a queda no número de cruzamentos não se traduziu em uma redução do número de mortos no trajeto. A OIM, entre janeiro e abril, registrou 1.340 mortes e desaparecimentos, contra cerca de 900 no mesmo período do ano anterior. Três das rotas registraram aumento, com exceção da rota Atlântica, por meio da qual migrantes tentam chegar às Ilhas Canárias, território espanhol na Costa da África, em viagens navais de até 2,4 mil km. Ainda assim, casos registrados após o balanço consultado mostram que a travessia é arriscada e cobra um alto custo: após o resgate de uma embarcação que ficou à deriva na Costa da Mauritânia, autoridades declararam que 143 dos 180 passageiros originais estavam mortos ou desaparecidos.











Leave a Reply