O primeiro-ministro, Luís Montenegro, considerou hoje que Portugal, apesar de todas as adversidades, está a viver um “bom momento” e um período em que é mais competitivo do que os seus parceiros.
“Nós somos um país que está a viver um bom momento, isto não significa desrespeito perante as dificuldades das pessoas, nomeadamente das pessoas que têm necessidade de ir ao SNS [Serviço Nacional de Saúde], das pessoas que têm filhos na escola que querem cumprir o plano académico, das pessoas que estão numa fase mais adiantada da sua vida e que não querem ficar sós e precisam de ser acompanhadas e das pessoas que vão às bombas de gasolina e gasóleo e abastecem e têm um custo maior do que tinham há um ano”, afirmou.
O chefe do executivo assumiu que esses são problemas que existem, mas que o Governo acompanha e tenta mitigar.
À margem da inauguração da Loja do Cidadão em Fafe, no distrito de Braga, o chefe do executivo social-democrata insistiu que Portugal está a viver um período, – apesar de todas das circunstâncias adversas como o comboio de tempestades, crise no Médio Oriente ou guerra na Ucrânia -, em que é mais competitivo do que os seus parceiros.
“E isso deve mobilizar o país para crescer ainda mais”, considerou.
Portugal tem tido resultados económicos que são “muito mais significativos” do que na esmagadora maioria dos Estados da União Europeia ao nível do crescimento da economia, aumento das exportações, emprego e rendimentos, frisou.
“E sempre que aparece uma notícia assim um bocadinho mais ao lado parece que está tudo mal, mas não está”, destacou Montenegro, referindo-se aos números da dívida.
Neste contexto, o primeiro-ministro acrescentou: “O outro dia ficámos a saber por razões que são razões de gestão que a nossa dívida pública tinha aumentado, mas já disse e vou dizer outa vez que nós vamos chegar ao final do ano e vamos superar outra vez as expectativas”.
Montenegro questionou o porquê de haver, de imediato, uma análise “tão negativista” perante uma coisa que está explicada e que não retira o país do objetivo de ser mais forte, dinâmico e solidário.









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