Após seguidas notas de repúdio, a UEFA e a Concacaf se moveram para tentar derrubar Infantino por meio do Conselho da Fifa, com 37 membros. Não deu certo.
O presidente da Fifa armou uma aliança com confederações africanas, com a Conmebol e com dissidências da Ásia e Concacaf. E se fortaleceu internamente ao recuperar o apoio de seus executivos mais próximos. Evitou a primeira tentativa de tirá-lo.
A UEFA não desistiu, ameaça com boicotes a competições nos bastidores. Mas, de forma contraditória, o Mundial sub-20 Feminino da Polônia, ao que tudo indica, terá ampla participação de times europeus. Todos confirmaram até agora.
O estatuto da Fifa, teoricamente, permite a convocação de uma assembleia para discutir o presidente com apoio de 43 federações nacionais, de um total de 211.
Os opositores têm os números. Mas o processo demoraria e já em novembro podem ser inscritas candidaturas para a nova eleição presidente. O pleito será em 2027. O resultado deve gerar impacto tanto na Copa do Mundo quanto no Mundial de Clubes.
Para ter o apoio da Conmebol, a Fifa deu encaminhamento ao projeto de expandir a Copa de 48 para 64 seleções. Isso proporcionaria mais jogos para a América do Sul, que, por enquanto, só tem 3 partidas na Copa de 2030. A UEFA e a Concacaf são publicamente contra o projeto.










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