Comentei neste domingo para o Sportv – ao lado de uma seleção feminina do jornalismo, Letícia Pinho, Rafaelle Seraphim e Estella Gomes – o jogão entre São Paulo e Taubaté pelo Paulistão feminino 2026. O jogo foi remarcado da segunda rodada e as meninas tricolores entraram no G2 com a vitória, de virada, por 2 a 1. Resultado importante porque a primeira fase é de tiro curto: 8 times, todos se enfrentam só em ida, os dois melhores passam direto à semifinal e do terceiro ao sexto rola um play off olímpico (em ida e volta) para fechar as semis. Eu costumo chamar o Paulistão de “Brasileiro pocket”, porque nele estão quase todas as mais brilhantes equipes do país, que brigam de fato pelo título – no atual Brasileirão, o G4 está, pela ordem com as paulistas do Cortinthians, Palmeiras, São Paulo e Ferroviária. No domingão, o brilho maior em campo ficou para as artilheiras: Crivelari, com dois gols para o São Paulo, e Kakau, que abriu o placar para o Taubaté.










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