Aílton Gonçalves: ídolo do Werder Bremen e a luta contra a balança


— Eu fui parar no Bremen porque o treinador se apaixonou por mim. Coisa do destino mesmo. Eu acho que Deus fala assim, ó, teu caminho é esse, não importa o tempo, mas tu vai seguir. Teve um pouco de estresse, o clube não queria liberar, o presidente gostava muito de mim, a torcida também. Eu estava bem no México, mas eu queria algo mais, queria crescer um pouquinho mais profissionalmente — explicou.



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