Martin Adeline, reforço do HSV: o futebolista mais invulgar da Bundesliga


Adeline fez algumas amizades e, à tarde, foi a vez de fazer turismo. “Foi como uma caça ao tesouro. Partilhámos sentimentos intensos. Na despedida, estivemos perto das lágrimas. Tivemos a sensação de ter vivido algo mágico”, recordou.

O percurso seguinte levou-o, juntamente com um amigo de infância, numa road trip espontânea pelo sul da Irlanda, antes de regressar brevemente a Troyes, apenas para partir pouco depois rumo ao oeste dos EUA. Lá, Adeline percorreu a região num autocarro escolar com dez pessoas entre os 25 e os 37 anos. O facto de todos serem mais velhos do que ele “foi muito conveniente para mim”, disse. Porque: “Pensei que assim teríamos certamente conversas profundas.”

É à mãe que ele deve esta abertura ao novo e esta capacidade de sair da própria zona de conforto. Ela preferia gastar o dinheiro em viagens em vez de bens de consumo. Com o objetivo de fazer, todos os anos, três viagens com o filho. “Visitámos capitais europeias e, no verão, fazíamos uma grande viagem, aos EUA, ao Canadá, à Namíbia”, disse Adeline.



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