O presidente da AFA (Associação do Futebol Argentino), Claudio “Chiqui” Tapia, negocia com a Fifa para receber uma fase de grupos inteira na Copa do Mundo de 2030.
A princípio, o país receberia somente o jogo de abertura da Albiceleste, assim como Uruguai e Paraguai também sediariam as partidas inaugurais de suas respectivas seleções.
O restante da participação dessas equipes no Mundial seria repartido entre Espanha, Portugal e Marrocos, as sedes principais da próxima Copa.
“Quais são os jogos mais importantes da Copa do Mundo? O primeiro e o último. Hoje, temos o primeiro, e estamos trabalhando para ter uma fase [de grupos] completa, com zero custo para o Estado”, disse Tapia em entrevista à TyC Sports.
Chiqui Tapia também defendeu a ampliação no número de seleções de 48 para 64, um projeto que o presidente da Fifa, Gianni Infantino, tenta emplacar já para a Copa do Mundo de 2030.
O dirigente argentino é um aliado de Infantino e deu, nesta quinta-feira (6), uma importante mostra de respaldo público ao suíço.
Em meio à pressão sofrida pelo mandatário para que deixe a presidência da entidade máxima do futebol após o fracasso do plano de venda comercial da Copa, a AFA publicou uma nota na qual expressa “apoio à gestão realizada nos últimos 10 anos, que teve como eixos principais o desenvolvimento do futebol em todo o mundo e a solidez institucional”.
No mesmo comunicado, assinado por Tapia, que também integra o Conselho da Fifa, a Associação do Futebol Argentino pede pela continuidade de Infantino à frente do cargo, “a fim de seguir desenvolvendo um futebol melhor e ainda mais inclusivo”.










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