A Copa do Mundo de 2026 está se aproximando do fim, e um levantamento da Itatiaia revela um padrão emocionante: metade dos jogos disputados até agora apresentou gols marcados nos últimos 10 minutos, considerando os acréscimos.
Até o fim das oitavas de final, a competição registrou 96 jogos. Em exatos 48 deles, o placar foi alterado nos momentos decisivos. Dos 280 gols marcados no Mundial, 58 (20%) aconteceram após os 80 minutos de jogo.
A maioria desses gols tardios ocorreu em goleadas ou partidas com placar já consolidado. No entanto, muitos foram cruciais para garantir empates ou vitórias dramáticas, mantendo a emoção até o apito final.
Momentos que marcaram
O primeiro gol tardio da Copa de 2026 foi marcado por Gio Reyna, dos EUA, aos 97 minutos, na goleada por 4 a 1 contra o Paraguai. O jogo com mais gols nos acréscimos foi a partida entre Suíça 4 a 1 Bósnia, onde quatro dos cinco gols saíram após os 80 minutos.
O gol mais tardio registrado até o momento foi do centroavante Arnautovic, da Áustria, que acertou uma cobrança de pênalti aos 112 minutos na vitória por 3 a 1 sobre a Jordânia.
Gols decisivos nas eliminatórias
Nas fases eliminatórias, os gols tardios se tornaram ainda mais impactantes. Nos 16 avos de final, metade dos jogos teve gols nos acréscimos, todos diretamente ligados à definição de classificações.
O Brasil contribuiu para a estatística com um gol de Martinelli contra o Japão aos 95 minutos. Mas um dos feitos mais comentados foi o da Bélgica, que perdia até os 85 minutos e marcou duas vezes contra Senegal, levando o jogo para a prorrogação e garantindo a classificação no último lance do tempo extra.
Nas oitavas, cinco dos oito confrontos tiveram gols tardios. O Brasil esteve novamente envolvido, sofrendo o segundo gol de Haaland aos 90 minutos e respondendo com Neymar aos 100.
A Espanha classificou-se contra Portugal com um gol aos 91 minutos. Contudo, o destaque foi a Argentina, que perdia até os 83 minutos, mas virou o jogo com gols de Messi (aos 83) e Enzo Fernandez (aos 92).
Esse texto foi gerado por inteligência artificial com base no conteúdo produzido pela Itatiaia. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN Brasil.











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