Argentina ou Espanha receberá neste domingo a maior premiação já oferecida ao campeão da Copa do Mundo. A Fifa pagará US$ 50 milhões à federação que levantar a taça no Estádio de Nova York/Nova Jersey. O valor é quase 23 vezes o prêmio de US$ 2,2 milhões entregue à Itália em 1982, início da série histórica disponível de pagamentos por desempenho.
A comparação considera os valores nominais, sem correção pela inflação. Além dos US$ 50 milhões pelo título, cada uma das 48 federações classificadas recebeu US$ 1,5 milhão para os custos de preparação. Dessa forma, a associação campeã terminará a competição com US$ 51,5 milhões recebidos da Fifa, somadas as duas parcelas.
Quanto o campeão recebeu em cada Copa desde 1982
O maior salto proporcional aconteceu entre as Copas de 2002 e 2006. O Brasil recebeu US$ 8 milhões pelo pentacampeonato, enquanto a Itália ganhou US$ 20 milhões quatro anos depois, um aumento de 150%. A premiação voltou a crescer de forma significativa em 2010, quando a Espanha ficou com US$ 30 milhões.
O valor destinado ao campeão subiu US$ 8 milhões em relação à Copa de 2022. Pelo título conquistado no Catar, a Associação do Futebol Argentino recebeu US$ 42 milhões. A França, vice-campeã, ficou com US$ 30 milhões. Nesta edição, o derrotado na final receberá US$ 33 milhões.
Premiação por colocação em 2026
A Fifa reservou US$ 655 milhões para a premiação por desempenho das 48 seleções. Com os US$ 72 milhões destinados à preparação das equipes, o desembolso total chega a US$ 727 milhões, contra US$ 440 milhões na Copa de 2022.
O dinheiro não é depositado diretamente nas contas dos jogadores. A Fifa faz o pagamento à federação campeã, que define quanto será repassado aos atletas, à comissão técnica e aos demais integrantes da delegação. Os acordos de bonificação variam de uma seleção para outra e não fazem parte da premiação oficial do torneio.









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