A África, com 54 associações, adotou uma postura mais cautelosa, e vários de seus dirigentes permaneceram ao lado de Infantino. A Conmebol, com dez votos, também evitou romper com o presidente da Fifa, embora tenha solicitado publicamente mais esclarecimentos antes de assumir uma posição conjunta. Em meio à rebelião, esse silêncio foi interpretado por muitos como um gesto de apoio a Infantino, mesmo diante do risco de ser politicamente prejudicada junto com ele. A OFC, representando outras 11 associações, adotou uma postura semelhante.










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