— Primeiro houve ausência de um batedor melhor. O Brasil perdeu jogadores que batem melhor, como Raphinha, Estêvão, Rodrygo. O Neymar não se colocou em condições de fazer isso ao longo da Copa. Não falta jogador potente na área adversária. É só olhar o número de gols de Marquinhos, no PSG, Gabriel Magalhães, no Arsenal, Danilo decidiu Libertadores, Casemiro, Matheus Cunha — analisa Rodrigo Coutinho, comentarista do Grupo Globo.










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