Argentina e Espanha decidem neste domingo, às 16h (de Brasília), em Nova Jersey, quem ficará com a Copa do Mundo. De um lado, uma seleção movida pela memória, pelo sentimento de pertencimento e pela possibilidade de uma nova consagração de Lionel Messi. Do outro, uma equipe que transformou a diversidade de identidades em força coletiva e encontrou no futebol um raro lugar de união. O GLOBO convidou dois jornalistas com ligações profundas com os países finalistas para escrever por que cada seleção merece o título.
Filho de pai argentino e correspondente do Grupo Globo em Buenos Aires desde 2019, Raphael Sibilla defende que a Argentina merece ser campeã “Por Malvinas, por Diego, por la última de Leo”, como canta a torcida nas ruas e nas arquibancadas. Já Fernando Kallás, radicado em Madri desde 2009 e pai de dois filhos espanhóis, defende o título da Espanha por uma seleção que representa, dentro de campo, o país que muitos gostariam de ver fora dele.











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