Fifa vai vender a Copa do Mundo? Entenda em cinco pontos a proposta de Infantino para o torneio


O plano da Fifa de vender participações comerciais de suas competições, dentre elas a Copa do Mundo, a investidores privados está movimentando os bastidores do futebol, com manifestações contrárias à ideia de diferentes federações. Para explicar melhor a ideia de negociar fatias dos torneios, o GLOBO separou os cinco principais tópicos da proposta de Gianni Infantino, presidente da entidade que gere o futebol mundial.

A Fifa pretende criar a FIFA Forward Enterprise (FFE), uma subsidiária responsável pela gestão comercial de competições como a Copa do Mundo, a Copa do Mundo de Clubes, o Intercontinental e torneios de base. O objetivo seria ampliar as receitas da entidade e atrair capital privado para as principais competições. A nova empresa teria valor de mercado estimado em US$ 20 bilhões, o equivalente a R$ 102,6 bilhões, e poderia negociar até 20% de participação a investidores privados para captar US$ 4,2 bilhões (cerca de R$ 21,5 bilhões).

Segundo o jornal The Times, Infantino planeja vender a fatia a um grupo de investidores privados que inclui Joshua Kushner, irmão de Jared Kushner, genro e ex-conselheiro sênior de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos. Outros players importantes do mercado financeiro americano estão no projeto, como o JP Morgan, que vem atuando como assessor financeiro da Fifa e irá analisar toda proposta. A estruturação do projeto conta ainda com a participação de Greg Maffei, CEO da BANN Ventures e ex-presidente e CEO da Liberty Media, dona da Fórmula 1.



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