Jornal chegou a dizer a comparar craque argentino com criança mimada
A postura de Lionel Messi durante a derrota da Argentina para a Espanha na final da Copa do Mundo de 2026 foi alvo de duras críticas por parte da imprensa britânica. O jornal The Mirror questionou o comportamento do capitão argentino, classificando como “vergonhoso” um episódio ocorrido nos instantes finais da decisão no MetLife Stadium.
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Messi tentou forçar “Lei Vini Jr.” contra Cucurella
A principal queixa do veículo inglês é sobre uma reclamação feita por Messi ao árbitro esloveno Slavko Vincic logo após a expulsão do volante Enzo Fernández. O camisa 10 apontou para o lateral espanhol Marc Cucurella, que conversava com o atacante argentino segundo antes de forma serena, denunciando que o adversário estaria cobrindo a boca com os dedos enquanto falava com ele.
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Messi tentava induzir a arbitragem a aplicar uma punição baseada na norma da Fifa apelidada de “Lei Vini Jr.”, que busca punir possíveis insultos ou condutas antidesportivas facilitadas pelo ato de tapar a boca. Para o redator-chefe do caderno de esportes do jornal, Jeremy Cross, a tentativa de obter vantagem por meio dessa regra foi incompatível com o ‘tamanho’ do craque.
— Se essa regra específica da Fifa já é absurda por si só, então ver alguém do calibre de Messi tentando usá-la a seu favor é simplesmente vergonhoso, constrangedor e humilhante — publicou o jornalista.
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Comparação com criança mimada
No texto, o colunista afirmou que a dignidade e o respeito próprio do atleta foram diminuídos pelo episódio. Cross chegou a comparar a atitude do argentino a um comportamento de uma criança mimada.
— Naquele instante, Messi se comportou como uma criança petulante. Sabe aquela que corre para contar à professora quando outro garoto pisa na sua bolinha de gude no recreio da escola? — disparou o profissional.
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Influência sobre a arbitragem
A análise do The Mirror também sugeriu que Messi teria passado a competição agindo como se estivesse “acima da lei” devido à sua influência em campo. Segundo o veículo, a reputação do jogador servia como uma forma de pressão psicológica sobre os juízes durante o Mundial.
— A aura que ele carrega consigo às vezes intimida os árbitros. Ninguém queria ser o árbitro que expulsaria o maior jogador de futebol de todos os tempos, certo? Resumindo, Messi faz o que quer — afirmou o texto.
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Apesar de ter encerrado sua provável última Copa do Mundo sendo protagonistas e batendo recordes, com oito gols e quatro assistências, Messi saiu de campo emocionado com o vice-campeonato. Para a publicação inglesa, no entanto, o brilho técnico foi ofuscado pela conduta disciplinar.
— Messi fez coisas extraordinárias pelo futebol e pelo esporte em geral. Mas se esta for mesmo sua última Copa do Mundo, um de seus atos finais será lembrado com muita tristeza — concluiu o jornal.
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