Omar Artan recebeu a medalha das mãos do presidente da Uefa, Aleksander Ceferin. O procedimento da equipe de arbitragem receber medalhas nas finais não é incomum. Artan foi auxiliado na partida por Liban Abdoulrazack Ahmed, de Djibuti, e Stephen Eleazar Onyango Yiembe, do Quênia.
O gesto, no entanto, foi simbólico na disputa entre Ceferin e Gianni Infantino, presidente da Fifa. Depois que Infantino apresentou uma proposta de vender ações da Fifa, diversas confederações — principalmente a europeia — deixaram de apoiar o mandatário, que teve que recuar na tentativa.
Artan celebrou muito o fato de ter sido o escolhido para a final. O somali vem se preparando há dois meses para o confronto.
Tive sorte, mas trabalhei muito para estar aqui e estou muito orgulhoso. Cresci em uma situação difícil, mas isso não me impediu de perseguir meus sonhos. Esta será minha primeira partida na Europa. Ter aventuras, criar memórias e aprender coisas novas é sempre ótimo.
Quando recebemos essa ligação, foi realmente um momento muito, muito feliz para mim e minha família. Existe uma grande comunidade somali na Europa e na Áustria, e eles estão nas nuvens comigo apitando uma partida dessas. Omar Artan, ao site da Uefa, antes da final










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