Uma guerra de poder lança sombras sobre o futebol mundial: as esperanças do pressionado presidente da Fifa, Gianni Infantino, de haver um período de reflexão, após denunciar a existência de um “esforço orquestrado e contínuo” para minar sua gestão, foram frustradas nesta segunda-feira (10).
Já se passou mais de uma semana desde que Infantino desistiu de seu plano de obter investimento privado para uma nova subsidiária comercial, a Fifa Forward Enterprise (FFE), que seria responsável pela gestão do aspecto comercial das Copas do Mundo.
Três confederações – Uefa (Europa), Concacaf (América do Norte, América Central e Carive) e AFC (Ásia) – atacaram o dirigente com firmeza nesta segunda-feira.









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