Essa filosofia existe desde o dia seguinte ao encerramento da nossa participação na Copa. É uma filosofia da instituição, da CBF, passando obviamente pelo departamento de seleções e pelo Mister (Ancelotti), que também tem interesse nesse rejuvenescimento da nossa seleção.
Desde então, estamos cada vez mais próximos. Agora teremos um ciclo mais alongado, o que possibilita realmente a observação e muitos testes com jogadores cada vez mais jovens. Então, é fundamental que estejamos próximos e envolvidos com essa questão da formação, da nova filosofia e com a esperança de que daqui surjam grandes craques no futuro.
Qual vai ser a atuação do Ancelotti como um todo?
Ele sempre ficou muito envolvido. O problema era o curto espaço de tempo para que pudesse, talvez, ter um olhar mais próximo para esses jogadores jovens e, principalmente, para as seleções de base.
Agora é diferente. Não é “como vai ser”. É “como já está sendo”. Desde a vinda dele para cá, fizemos nossas reuniões. Discutimos metodologia, perfil de atleta, modelo de jogo que ele julga ser o ideal e as diversas variações.
Essas reuniões são constantes com toda a comissão técnica, não apenas com o Paulo Victor, da sub-20, mas também com o Dudu Patetuci (sub-17), com o Guilherme Dalla Dea (sub-15) e com todos os integrantes e assistentes.











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